DrakkX

Prove a data, não confie nela.

A célula grava cada aprendizado numa cadeia de hashes. Isso prova que os eventos estão ligados — mas não prova quando: quem controla o ficheiro poderia reescrever tudo e recalcular. Por isso a raiz da cadeia é selada e publicada aqui. Reescrever o passado obrigaria a reescrever também esta página, e as suas cópias.

A carregar o registo de âncoras…

O que está selado.

Cada linha é um instante em que a célula selou a raiz Merkle de todo o seu registo de aprendizado. A raiz é um número: resume milhares de eventos sem conter nenhum. Não há aqui perguntas, respostas, nomes, ficheiros nem endereços — e não é por discrição, é porque a prova não precisa deles.

Âncora Selada em Eventos Raiz Merkle Assinatura
A carregar…

Dados crus: data/anchors.json

Como verificar sem acreditar em nós.

  1. Guarde uma cópia desta página hoje. Basta o anchors.json. É o seu ponto de referência independente: a partir daí, qualquer mudança no passado da célula fica visível na comparação.
  2. Peça o relatório de auditoria. Ele declara a mesma raiz e traz uma amostra de eventos com o caminho de hashes até essa raiz — a prova de inclusão.
  3. Recalcule. Combine a folha com cada irmão do caminho, SHA-256(esquerda‖direita), e compare com a raiz. Se fechar, aquele evento pertence a esta árvore. Se a raiz estiver aqui publicada, existia nesta data.
  4. Corra o verificador. Depende só da biblioteca padrão do Python e não contacta a DrakkX: python3 verify_audit_report.py --report relatorio.json

O que isto prova, e o que não prova.

Prova
Que um conjunto de eventos existia numa data. Que o registo não foi reescrito depois disso sem deixar rasto. Que um evento concreto pertence ao conjunto, sem revelar os outros. Que a célula esteve activa, e quanto.
Não prova
Que as respostas da célula estavam certas. Que ninguém registou de menos — uma âncora sela o que foi gravado, não o que ficou de fora. Nem substitui a auditoria ao sistema onde a célula corre. Dizemos isto aqui porque um selo que promete demais não vale nada quando for testado.

Apagar também deixa recibo.

Quando um cliente exerce o direito ao apagamento, a célula inventaria o que existe, destrói, volta a inventariar para confirmar a ausência e emite um certificado assinado — guardado fora das pastas que apagou. A âncora selada antes permanece: continua a provar que aqueles eventos existiram, sem conter um único deles. É a única forma de destruir dados e manter a auditoria de pé.

O certificado declara o método e os seus limites, incluindo o que sobrescrita não garante em discos de estado sólido. Preferimos a ressalva à promessa.